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Notícias

22 AGO 18

Grupo Voluntários do HMJ faz entrega de equipamento à instituição

O Hospital e Maternidade Jaraguá tem, cada vez mais, buscado a humanização nos atendimentos oferecidos à comunidade. E, nesta semana, recebeu mais uma importante colaboração do grupo Voluntários do HMJ para fortalecer este objetivo.

 

A partir de agora, médicos, técnicos e enfermeiros contam com um equipamento específico para facilitar o acesso a veias difíceis de serem vistas a olho nu em pacientes que precisam de medicações injetáveis. O visualizador de veias funciona através de uma luz que reage com a corrente sanguínea e mostra o melhor caminho para uma aplicação.

 

Conforme a enfermeira Adriana Cardoso, coordenadora da UTI Neonatal da unidade, o equipamento ajudará a equipe no dia a dia e poderá ser utilizado em pacientes de todos os setores. Já o diretor executivo do HMJ, Sergio Alves, enfatiza que o visualizador de veias fará a diferença nos atendimentos prestados pela instituição, pois diminui o estresse do procedimento.

 

Ele também explica que o aparelho, avaliado em R$ 54 mil, pode ser adquirido graças ao trabalho dos voluntários da entidade, já que o montante necessário para a compra resultou do tradicional Café Mistura das Raças. O evento beneficente, realizado no mês de junho, reuniu mais de 600 participantes no Clube Atlético Baependi. A iniciativa angariou R$ 77 mil, sendo que o restante do valor foi revertido ao custeio do HMJ.

HMJ na mídia
28 MAI 18

28 de Maio - Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna

Dia 28 de Maio é o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna, e o Brasil, especialmente Santa Catarina e Jaraguá do Sul, vem alcançando bons resultados nessa área. Dados divulgados pela OMS (Organização Mundial da Saúde) mostram que país reduziu o índice de mortes em cerca de 43% nos últimos anos, mas ainda há muito que se fazer no país. A taxa considerada aceitável pela OMS é de 20 óbitos maternos por 100 mil. Sendo assim, o Brasil busca chegar ao menor índice possível de óbitos maternos no decorrer dos anos.

 

Nosso Município em última divulgação da Secretaria Municipal de Saúde de Julho de 2017 mostrou uma taxa de Mortalidade Materna para o ano de 2015 de 1,5 para 100 mil habitantes e no Ano de 2016, não foi registrado nenhum caso de óbito Materno.

 

O Hospital e Maternidade Jaraguá ao longo dos anos vem aumentando significativamente a complexidade dos casos atendidos, sendo uma referência regional de Saúde Materno-infantil. Tal posto traz consigo a constante necessidade de aprimoramento de sua infraestrutura e dos profissionais envolvidos com este tipo de assistência.

 

‘Cerca de 28% das mortes maternas no mundo são decorrentes de doenças como a diabetes, AIDS, malária e obesidade. ’

 

Entre as principais disfunções maternas que causam mortes podemos citar:

 

Hemorragia grave
Hipertensão na gestação
Infecções
Parto obstruído e outras causas diretas
Complicações de abortos
Coágulos Sanguíneos

 

É importante ressaltar que as principais medidas para redução da mortalidade materna são: a conscientização da importância de um hábito de vida saudável, o planejamento familiar, a realização de acompanhamento pré-natal adequado, a promoção do acesso ao pré-natal para todas as gestantes, o contínuo investimento em infraestrutura para Saúde, além de educação permanente e continuada a toda a população, em especial aos profissionais da Saúde.

 

Dr. Guilherme Sapia
CRM/SC 20169
RQE 11599
TEGO 155/2011

HMJ na mídia
23 MAI 18

Banco de Leite do Hospital Jaraguá é exemplo de envolvimento da comunidade

A amamentação oferece inúmeros benefícios para mamães e bebês. Além de alimentar a criança, ela cria importantes laços de afeto. Mas, por diversos motivos, nem todas as mães podem garantir que ela ocorra na maneira convencional. Em alguns casos, isso só é possível graças ao envolvimento de doadoras e ao trabalho de equipes de Banco de Leite Humano.

 

No Hospital e Maternidade Jaraguá, por exemplo, a iniciativa deu tão certo que, pelo quinto ano consecutivo, o espaço recebeu o credenciamento pela Rede Global de Bancos de Leite Humano na categoria A. “Esse reconhecimento significa que atendemos todas as normas e regulamentações e dá garantia de que o leite tem total qualidade”, enfatiza a coordenadora, Adriana Souza.

 

Com cerca de 20 a 30 doadoras efetivas, o BLH consegue coletar de 40 a 80 litros de leite todos os meses. Assim, é possível garantir alimento de qualidade para os bebês internados na UTI (Unidade de Terapia Intensiva), UCI (Unidade de Cuidados Intensivos) ou nos setores de pediatria da entidade. Segundo a enfermeira Lilian Boff, são em torno de 40 a 70 receptores mensais, que, neste período, utilizam de 40 a 80 litros.

 

Ela comenta que a preferência é sempre por oferecer o leite captado para o bebê da própria mãe. Mas, em casos específicos, ele também garante sustento a crianças que não podem ser alimentadas por elas, seja por causa da prematuridade ou falta de contato físico e diversas patologias. “Em geral, as doadoras são mães que amamentam seus filhos e ainda sobra leite para doar”, explica a enfermeira.

 

Em funcionamento desde 2007, o BLH funciona diariamente. As doações podem vir de mães de pacientes e também de mulheres que fazem doações externas. Após receber o leite, o hospital se encarrega da pasteurização e direcionamento adequado do material. Para colaborar, as interessadas devem entrar em contato com o HMJ e seguir as orientações da equipe.

HMJ na mídia